Dia Internacional da Árvore

Com o objectivo sempre presente de criar espaços públicos e zonas verdes de qualidade que melhorem o micro-clima, aumentem o conforto urbano e a nossa sensação de bem-estar a SGAL – Sociedade Gestora da Alta de Lisboa decidiu, no dia 21 de Março de 2007, Dia Internacional da Árvore, proceder à plantação de 100 árvores de 7 espécies em vários locais da Alta de Lisboa – Av. Nuno Krus Abecassis, Av. Sérgio Vieira de Melo, Av. Melo Antunes, Rua Tito de Morais, Av. General Vasco Gonçalves, Rua António Lopes Ribeiro e Rua Mário Castrim.
Esta iniciativa que conta com a colaboração da CML/UPAL, Departamento de Higiene Urbana da CML, bem como do Centro de Promoção Social da Alta de Lisboa, da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia e do Centro Social da Musgueira, visa sensibilizar a população, sobretudo as crianças e jovens, para a importância das árvores no desenvolvimento equilibrado de uma cidade.Através das árvores conseguimos “ligar-nos” à natureza, obtendo variações de cor, forma e textura que enriquecem e valorizam esteticamente os edifícios e o espaço urbano, fixando CO2 e libertando O2, reduzindo o vento, aumentando o ensombramento e a humidade atmosférica no Verão, diminuindo os consumos energéticos e reduzindo a poluição atmosférica por isso na Alta de Lisboa 1/ 3 da área abrangida é ocupada por zonas verdes, subdividindo-se nos seguintes grandes grupos:

  • 3 Grandes Parques – 512.185 m2
  • Parques de escala média, jardins e áreas ajardinadas – 69.195 m2
  • Protecção às vias de tráfego rodoviário – 121.360 m2
  • Espaços verdes resultantes da implementação das áreas edificáveis ocupando logradouros ou áreas de enquadramento dos edifícios.

Relativamente aos três grandes parques urbanos, eles são:

  • Parque Sul – 7,6 hectares
    Da autoria da arquitecta espanhola Isabel Aguirre constitui o átrio de entrada na urbanização, envolvendo o troço inicial do Eixo Central e terá um carácter emblemático e formal. Possuirá dois campos de rugby e uma forte acessibilidade, quer de automóvel, quer de transportes públicos, englobando ainda corredores pedonais e cicláveis de ligação com o resto da cidade. Tem data prevista para início de construção para final de 2007.
  • Parque Oeste ou do Vale Grande – 24 hectares
    Da autoria da arquitecta espanhola Isabel Aguirre é o maior parque urbano de raiz da urbanização e um dos maiores da cidade de Lisboa, o qual já está parcialmente construído (cerca de 10 hectares), constituído por duas áreas distintas, uma mais vocacionada para o recreio informal, marcada por um grande lago central, que tem também uma função de controlo e amenização ambiental e outra de pendor mais desportivo, onde está a ser implantada uma pista de atletismo. Tem data prevista de conclusão para final de 2007.
  • Parque das Conchas e dos Lilases – 22 hectares
    Sendo um parque existente, constitui um espaço com grandes potencialidades lúdicas e recreativas, em que se destacam o grande relvado central, a mata e a área correspondente à Quinta dos Lilazes, de cariz mais intimista. Foi objecto de uma profunda requalificação concretizada pela SGAL, sob projecto da CML.